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segunda-feira, 18 de junho de 2012

18 de junho de 2012



                Não faz muito tempo desde que achei que estava abandonando meu baú de preocupações no píer (pela 5ª ou 16ª vez), tanta certeza e satisfação alegria e felicidade, acompanhado de um sentimento de culpa e indecisão. Pela décima vez assisto a minha noite infrutífera, mais marcada pelo lema “matar ou morrer”. Estava tão certo de tudo que até os liberais, intelectuais e sedutores de fala macia... de repente não sabem mais o que dizer. Algo da minha personalidade, talvez? Algum impulso de se complicar e atrair complicações? Talvez.
                Ninguém mais viu a piada, ninguém mais entendeu a piada. Por isso a sua indecisão, em fazer suas rosas vermelhar em azuis, a realidade é um furacão perigoso não devemos brincar com ele, e ao passar perda de pressão na cabine jamais esqueça de colocar sua mascara. Parei um minuto para olhar todas as mentes e elas me abriram outro caminho, incerto, difícil e confuso onde minhas bussolas não funcionam mais e não existe norte magnético. Será que todos enlouqueceram menos eu? Porem não sei se às vezes à noite é generosa comigo.
“É o que acontece conosco? Uma vida de conflitos sem tempo para amigos... e no fim só nossos inimigos deixam rosas.”- Rorschach

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